Aumentos abusivos em contas de energia causam revolta em cidadãos de Rondonópolis

Os moradores de Rondonópolis usam a redes sociais para mostrar o descontento com a empresa Energisa Mato Grosso distribuidora de energia s/a.
Faturas com valores bem maiores fora do normal chegam até as residências dos moradores de Rondonópolis contas que chegam a passar de R$200,00 ( duzentos reais ) a diferença entre um mês ao outro.
Muito moradores questionam que não mudou nada na rotina da casa em questão a consumo de energia e que ao contrário fez foi uma economia devido ao clima quente da região e o não uso de ducha quente.
Mas para concessionária energisa o fato está sendo ao contrário o aumento é bem salgado no valor da tarifa.
Um exemplo e essas três tarifa nos enviadas um salto de R$172,08 reais entre os três meses e o contribuinte não mudou nada na rotina do uso de energia em sua residência.

“isso é um roubo de cara limpa da energisa, 172,08 a mais sem se quer comprar algum aparelho elétrico ou aumentar algo a mais no consumo de energia até quando ficaremos refém dessa empresas neste pais”

Nas fotos a conta referente a vencimento em 03/09 o valor é de R$ 290,64 já na de 03/10 R$ 332,18 demonstrando um aumento de R$41,54 e na de 03/11 R$462,72 nesse caso um diferença enorme de R$130,54 juntando tudo são R$172,08 de aumento entre os três meses sem mudar nada na rotina da residência.

A concessionária de energia elétrica de Mato Grosso anunciou, no inicio do ano, o reajuste de 11,29% na tarifa. O novo percentual passou a valer a partir de 8 de abril, entretanto, os consumidor só começaram a sentir o impacto da conta a partir de maio.

De acordo com o diretor-presidente da concessionária, Roberto José Barbanera, um dos fatores que ocasionaram o aumento foi a compra de energia de usinas térmicas. Essa compra, que antes era menor, foi impulsionada pelo aumento no consumo.

“A expansão das cidades, a aquisição de eletrodomésticos e eletrônicos contribuem para o aumento do consumo, consequentemente, maior o volume de energia a ser comprado, e aí compra-se de quem tem para vender, neste caso, as usinas térmicas, à base de petróleo, que tem um custo mais alto”, explicou ele.

Em razão desses fatores, os custos para compra de energia por parte de distribuidora ficou mais alto em 2018 e tende a continuar elevado em 2019.

“Essa transação é responsável por 10,45% do reajuste da tarifa. Além disso, temos um percentual de 0,13% referente ao transporte e 3,02% que é a parte da distribuição”, destacou.

No entanto, segundo ele, para amenizar o impacto da tarifa na conta do consumidor, são retirados os encargos setoriais, que correspondem a 2,31%. Logo, essa conta toda implica num reajuste tarifário de 11,29%.
Dessa forma, segundo a concessionária, o impacto deste percentual na fatura de energia vai ser maior ou menor, de acordo com o comportamento de consumo de casa cidadão.

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